LASA 2022: Ruge el Bosque: Ecopoetry and Political Ecologies in the Southern Cone

deadline for submissions: 
September 1, 2021
full name / name of organization: 
Whitney DeVos: University of California, Santa Cruz
contact email: 

Ruge el Bosque: Ecopoetry and Political Ecologies in the Southern Cone

 

Ecopoetry is a poetic subgenre that proposes post-anthropocentric modes of kinship with non-humans and larger environmental factors. In Latin America, this vast literary tradition encompasses myriad indigenous poetic forms, creole rural poetry, Nicanor Parra’s irreverent ‘ecopoems’, Marosa Di Giorgio’s vegetal reverie, and the political ecologies of Miyó Vestrini, Ernesto Cardenal, and Rita Valdivia. This panel aims to pose field-defining questions about ecopoetics, in conjunction with Ruge el Bosque: Ecopoesía Sudamericana (Valeria Meiller & Whitney DeVos, eds.): an in-progress anthology of ecopoetry from the Southern Cone, organized by climate and bioregions including the Amazon Rainforest, the Humid Pampas, and the Paraná Delta. How are poets writing from these ecosystems responding to global, local, and regional environmental challenges today, as compared with previous generations? How does contemporary poetic production contribute to grassroots efforts towards linguistic, cultural, ecological, and epistemological conservation? How does the region’s ecopoetry challenge logics of extractivism promulgated by states, NGOS, and multinational corporations of the Global North? What future imaginaries or knowledge systems might a regional and local understanding of ecopoetry offer? Taking such questions as a point of departure, we aim to initiate a multifocal and multicultural reflection about ecopoetry’s political scope within contemporary debates on climate change and environmental justice, particularly as they pertain to the Global South. At the same time, we’re particularly interested in proposals that attend to the local, regional, linguistic, and literary specificity of particular ecosystems, climate zones, and bioregions. 

 

Ruge el bosque: ecopoesía y ecologías políticas en el Cono Sur

 

La ecopoesía es un subgénero poético que propone modos post-antropocéntricos de parentesco con los no humanos y factores ambientales más amplios. En América Latina, esta vasta tradición literaria abarca una miríada de formas poéticas indígenas, la poesía rural criolla, los irreverentes 'ecopoemas' de Nicanor Parra, el ensueño vegetal de Marosa Di Giorgio y las ecologías políticas de Miyó Vestrini, Ernesto Cardenal y Rita Valdivia. Este panel tiene como objetivo plantear preguntas que sobre el campo de la ecopoética, en conjunto con Ruge el bosque: ecopoesía sudamericana (Valeria Meiller & Whitney DeVos, editoras.): una antología de ecopoesía del Cono Sur en proceso, organizada por clima y biorregiones que incluyen la Selva Amazónica, la Pampa Húmeda y el Delta del Paraná. ¿Cómo responden los poetas contemporáneos que escriben desde estos ecosistemas a los desafíos ambientales globales, locales y regionales, en comparación con generaciones anteriores? ¿Cómo contribuye la producción poética contemporánea a los esfuerzos de preservación lingüística, cultural, ecológica y epistemológica? ¿Cómo desafía la ecopoesía de la región las lógicas del extractivismo promulgadas por los estados-naciones, las ONG y las corporaciones multinacionales del Norte global? ¿Qué futuros imaginarios o sistemas de conocimiento puede ofrecer una comprensión regional y local de la ecopoesía? Tomando estas preguntas como punto de partida, nuestro objetivo es iniciar una reflexión multifocal y multicultural sobre el alcance político de la ecopoesía dentro de los debates actuales sobre el cambio climático y la justicia medioambiental, particularmente en relación al Sur global. Al mismo tiempo, nos interesan las propuestas que atiendan a la especificidad local, regional, lingüística y literaria de ecosistemas, zonas climáticas y biorregiones particulares.

Ruge el bosque: ecopoesia e ecologias políticas no Cone Sul

 

A ecopoesia é um subgênero poético que propõe modos pós-antropocêntricos de parentesco com não humanos e fatores ambientais mais amplos. Na América Latina, esta vasta tradição literária engloba formas poéticas indígenas, poesia rural crioula, os irreverentes "ecopoemas" de Nicanor Parra, o devaneio vegetal de Marosa Di Giorgio e as ecologias políticas de Miyó Vestrini, Ernesto Cardenal e Rita Valdivia. Este painel tem como objetivo apresentar questões definidoras de campo da ecopoética, em conjunto com Ruge el Bosque: Ecopoesía Sudamericana (Valeria Meiller & Whitney DeVos, eds.): uma antologia em andamento da ecopoesia do Cone Sul, organizada por clima e bio-regiões, incluindo a Floresta Amazônica, o Pampas Úmidos e o Delta do Paraná. Como os poetas que escrevem a partir desses ecossistemas estão respondendo aos desafios ambientais globais, locais e regionais hoje, em comparação com as gerações anteriores? Como a produção poética contemporânea contribui para os esforços de base para a conservação linguística, cultural, ecológica e epistemológica? Como a ecopoesia da região desafia a lógica do extrativismo promulgada por estados, ONGs e corporações multinacionais do Norte Global? Que imaginários ou sistemas de conhecimento futuros podem oferecer uma compreensão regional e local da ecopoesia? Tomando essas questões como ponto de partida, pretendemos iniciar uma reflexão multifocal e multicultural sobre o escopo político da ecopoesia nos debates contemporâneos sobre mudanças climáticas e justiça ambiental, particularmente no que diz respeito ao Sul Global. Ao mesmo tempo, estamos particularmente interessados em propostas que atendam às especificidades locais, regionais, linguísticas e literárias de determinados ecossistemas, zonas climáticas e biorregiões.

Co-organizers & Chairs: Valeria Meiller & Whitney DeVos

 

Valeria Meiller, Assistant Professor of Modern Languages & Literatures

University of Texas, San Antonio

valeria.meiller@utsa.edu 

 

Whitney DeVos, PhD Candidate in Literature 

University of California, Santa Cruz

wdevos@ucsc.edu